Meu noivo me disse: "Não me chame de seu futuro marido". Eu assenti. Naquela noite, risquei silenciosamente meu nome de todas as listas de convidados que havia feito. Dois dias depois, ele entrou na sala de jantar e ficou paralisado ao ver o que estava em sua cadeira.

—Não—, respondi. —As cenas exigem uma plateia digna de admiração.

Vivienne ficou tensa imediatamente. "Como você ousa falar com ela desse jeito?"

Virei-me para ela. "Como um homem responsável por seus próprios atos?"

Camille agarrou o envelope e o rasgou. Seus olhos percorreram as páginas rapidamente, e depois ainda mais rápido. A cor sumiu de seu rosto.

Adrian arrancou os papéis das mãos dela. "O que é isso?"

"Fim", eu disse.

O jardim de inverno ficou em silêncio.

Ele leu primeiro o anúncio do noivado.

Adrian Vale e Mara Ellison terminaram o noivado de comum acordo.

Ele cerrou os dentes. "Por mútuo acordo?"

"Você pode apresentar objeções", eu disse calmamente. "Então publicarei a foto do hotel com a correção."

Uma cadeira arrastou-se ruidosamente pelo chão. Tessa, sentada ao lado dos investidores, sussurrou: "Adrian..."

O olhar de Vivienne percorreu as duas fotos. "Qual foto?"

Peguei a cópia da mão trêmula de Adrian e a estendi sobre a mesa.

Tessa cobriu a boca com a mão.

Camille sibilou: "Você a trouxe?"

"Não", respondi. "Adrian a trouxe para a minha vida. Eu apenas trouxe a conta."

Os olhos da editora social brilharam de interesse. Um investidor discretamente puxou a cadeira para trás.

Adrian se recuperou o suficiente para esboçar um sorriso irônico. "Você está exagerando. Casais sobrevivem a coisas piores."

—Não as empresas.

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