A paciência é uma espada que aguarda a luz certa.
Às doze e meia, os convidados chegaram.
Vivienne entrou com passos firmes, adornada com pérolas e com um olhar cruel.
"Onde está Mara?", perguntou ele ao maître.
"Na mesa principal", respondeu ele.
Vivienne franziu a testa bruscamente. "Não. Meu filho senta-se à mesa principal."
—Hoje não, Sra. Vale.
Camille deu uma risadinha. "Será que ela sequer sabe quem somos?"
O maître sorriu educadamente. — Sim.
Essa resposta a deixou perturbada.
Quando Adrian finalmente entrou, estava falando alto ao telefone.
—Não, o casamento está ótimo. A Mara fica emocionada, mas sempre se recompõe.
Então ele me viu.
Eu estava sentada sob o retrato da minha avó, tão calma quanto o próprio inverno.
O sorriso dela desapareceu.
—Mara —disse ele num tom excessivamente alegre—. Aqui está você.
Acenei com a cabeça na direção da cadeira dele.
Ele se aproximou, viu o envelope e parou abruptamente.
Parte 3
Adrian não abriu o envelope imediatamente. Homens como ele temem o papel mais do que vozes alteradas.
"Isto é para ser uma cena?", perguntou ele.
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