“Meus filhos estão esperando que eu morra para poderem lucrar e se livrar de Eleanor”, continuou ele. “Mas você não pensa como eles. Você…”
A porta do escritório se abriu de repente.
Vivien entrou furiosa, seguida por dois homens de terno escuro com pastas penduradas ao lado.
"Vivien, o que você está fazendo?" perguntou Arthur.
Ela apontou para mim. "Você é uma interesseira. Eu sei exatamente o que você está fazendo e não vou deixar você manipular meu pai para que ele abra mão da fortuna dele. Meus advogados já prepararam um processo. Abuso de idoso. Influência indevida."
Um dos homens deu um passo à frente com alguns papéis na mão.
"Você deve lê-los com atenção."
“E tem mais”, disse Vivien, agora sorrindo. “Já falei com alguém dos serviços sociais.” Uma mulher que se casa com um milionário moribundo por dinheiro levanta sérias questões sobre o bem-estar do filho.
Meu sangue gelou.
—Nem pense em envolver meu filho nisso!
"Então desapareça discretamente", ele disparou. "Ou eu garanto que seu filhinho será levado embora antes do fim da semana."
—Vivien, pare —disse Arthur, com a voz embargada—.
—Para você, pai. Você já envergonhou esta família o suficiente.
—Eu disse pare…!
Arthur agarrou o peito. Seu rosto empalideceu e ficou cinza. Ele tropeçou e bateu na mesa.
Então ele desabou no tapete.
"Alguém chame uma ambulância!" gritei, desabando ao lado dele. "Arthur, fique comigo. Por favor, fique comigo."
Seus lábios se moveram levemente.
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